Complicacoes placentarias
A placenta previa e uma condicao em que a placenta se implanta na parte inferior do utero, cobrindo parcial ou totalmente o colo uterino. Entender o que o diagnostico realmente significa — e o que ele nao significa — faz diferenca no acompanhamento e no desfecho.

O que e placenta previa — e como e classificada
A placenta previa ocorre quando a placenta se implanta no segmento uterino inferior — a porcao mais baixa do utero — e sua borda alcanca ou cobre o colo uterino, estrutura que se abre durante o trabalho de parto. Isso compromete a passagem do bebe pelo canal vaginal quando a cobertura e total e pode provocar sangramento a medida que o segmento inferior se expande no terceiro trimestre.
A classificacao adotada por grupos internacionais de especialistas baseia a definicao na distancia entre a borda placentaria e o orificio interno do colo:
- Posicao normal: borda a 20 mm ou mais do orificio interno — sem risco relacionado a posicao
- Placenta de insercao baixa: borda a menos de 20 mm do orificio, sem cobri-lo
- Placenta previa: borda que alcanca ou cobre o orificio interno do colo
Esse criterio de 20 mm e valido a partir de 16 semanas — antes disso, a relacao entre placenta e colo ainda e muito variavel para ter significado clinico definitivo.
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Posicao normal: a placenta esta implantada no fundo ou corpo do utero, longe do colo uterino. Esta e a localizacao habitual e nao traz riscos relacionados a posicao placentaria.

Posicao marginal: a borda da placenta chega ate a margem do orificio interno do colo uterino, sem cobri-lo. Pode resolver espontaneamente com o crescimento do utero.

Posicao parcial: a placenta cobre parcialmente o orificio interno do colo. O parto vaginal geralmente nao e recomendado nessa situacao.

Posicao total: a placenta cobre completamente o orificio interno do colo uterino. A cesarea e obrigatoria. E o tipo de maior risco para sangramento.
Ilustracao: Dr. Rafael Bruns — Tipos de placenta previa conforme a relacao com o orificio interno do colo uterino.
Prevalencia e por que os numeros estao subindo
A placenta previa acomete entre 0,3% e 0,5% das gestacoes que chegam ao terceiro trimestre — ou seja, aproximadamente 1 em cada 200 a 300 gestantes tera o diagnostico confirmado apos 28 semanas. Em regioes com taxas de cesariana superiores a 40%, como partes da America Latina, Turquia e Egito, a prevalencia pode ser 3 a 4 vezes maior do que em paises com taxas mais baixas.
No segundo trimestre, a prevalencia aparente e muito maior: entre 28% e 45% dos ultrassons realizados entre 16 e 24 semanas identificam a placenta em posicao baixa. No entanto, a grande maioria desses achados se resolve espontaneamente antes do parto — um fenomeno explicado pelo crescimento do segmento uterino inferior, detalhado na proxima secao.
Dois fatores explicam o aumento progressivo na incidencia de placenta previa nas ultimas decadas:
- Aumento global das taxas de cesariana: cada cesariana anterior deixa uma cicatriz no segmento uterino inferior que altera a superficee de implantacao. Quanto mais cesarianas, maior a chance de a placenta se implantar em posicao baixa na gestacao seguinte.
- Aumento da idade materna e do uso de reproducao assistida: gestacoes em mulheres acima de 35 anos e gravidezes por fertilizacao in vitro (FIV) estao associadas a maior frequencia de implantacao baixa.
A hemorragia associada a placenta previa permanece como uma das principais causas de mortalidade materna no mundo — responsavel por cerca de 27% de todas as mortes maternas, segundo dados de revisoes sistematicas. Esse dado reforce a importancia do diagnostico pre-natal e do planejamento adequado do parto.
Por que a posicao muda ao longo da gestacao
A placenta previa nao e uma posicao permanente. O utero cresce progressivamente, e o segmento inferior se expande de forma importante no segundo e terceiro trimestres. Esse crescimento “afasta” a borda placentaria do colo na maioria das gestacoes — um fenomeno chamado de migracao placentaria.
A migracao ocorre em media na velocidade de 5,4 mm por semana durante o segundo trimestre. Mais de 98% dos casos de placenta baixa ou previa identificados antes de 26 semanas se resolvem antes do parto. Em numeros mais concretos: de todas as gestantes com diagnostico de placenta previa entre 20 e 24 semanas, apenas 5 a 10% ainda terao placenta previa confirmada entre 34 e 36 semanas.
O que ajuda a prever se a placenta previa vai persistir
Um estudo classico realizado na Universidade Harvard, com 925 gestantes diagnosticadas com placenta previa no segundo trimestre, mostrou que apenas 43 (4,6%) ainda apresentavam placenta previa no momento do parto. Os pesquisadores identificaram um achado ultrassonografico que ajuda a prever a persistencia: a simetria da placenta em relacao ao orificio interno do colo.
Quando a placenta cobre o colo de forma simetrica — ou seja, centralizada, com quantidades iguais de tecido de cada lado — a chance de persistencia ate o terceiro trimestre e significativamente maior do que quando a cobertura e assimetrica (a maior parte da placenta de um lado so). A sensibilidade desse sinal foi de 49% e a especificidade de 93%, com valor preditivo negativo de 97%: ou seja, uma placenta assimetrica sobre o colo no segundo trimestre tem apenas 3% de chance de persistir como previa a termo.
Outro dado util: quando a placenta sobrepoe o orificio interno por 25 mm ou mais ao redor de 20 semanas, a probabilidade de persistencia e muito alta. Ja sobreposicoes menores, especialmente as assimetricas, quase sempre se resolvem.
Isso explica por que um laudo de “placenta baixa” no morfologico gera angustia muitas vezes desnecessaria — e por que o diagnostico definitivo so pode ser estabelecido no terceiro trimestre.
Diagnostico precoce nao significa desfecho grave. Significa que o acompanhamento precisa ser mais atento e que a reavaliacao ultrassonografica e indispensavel.
Quem tem mais risco
Alguns fatores aumentam significativamente a probabilidade de implantacao placentaria baixa — e especialmente de que ela persista ate o termo:
- Cesareas anteriores: cada cesarea deixa cicatriz no segmento uterino inferior, alterando a vascularizacao e a superficie de implantacao nas gestacoes seguintes. O risco aumenta progressivamente com o numero de cirurgias
- Cirurgias uterinas previas: miomectomia, curetagem, resseccao de polipos intracavitarios, remocao manual de placenta anterior
- Fertilizacao in vitro (FIV): as tecnicas de transferencia embrionaria estao associadas a maior frequencia de implantacao baixa
- Gestacao gemelar: placentas maiores tem maior probabilidade de alcancar o segmento inferior — saiba mais no artigo sobre gestacao gemelar e seus riscos
- Multiparidade e idade materna acima de 35 anos
- Tabagismo e uso de cocaina na gestacao
- Historico de placenta previa em gestacoes anteriores
A relacao entre cesarea e complicacoes placentarias merece atencao especial. Em gestantes com placenta previa e sem cesarea previa, o risco de acretismo associado e de aproximadamente 3%. Com tres ou mais cesareas anteriores, esse risco pode superar 60%. E uma das razoes pelas quais a indicacao criteriosa de cesarea importa — nao apenas para a gestacao atual, mas para as futuras.
Como e diagnosticada
O diagnostico e feito por ultrassom — o padrao-ouro para avaliacao da localizacao placentaria. Diferentes abordagens se complementam conforme a semana gestacional e o contexto clinico.
Ultrassom transabdominal de rotina
A posicao da placenta e documentada em todos os ultrassons obstetricos. Quando a borda inferior esta proxima ou sobre o colo, isso e registrado e reavaliado. O morfologico do segundo trimestre ja identifica a localizacao placentaria com boa precisao — mas a visualizacao pode ser limitada por posicao fetal, obesidade ou volume vesical insuficiente.
Ultrassom transvaginal: o exame de referencia
Quando ha suspeita de placenta previa, o ultrassom transvaginal mede com exatidao a distancia entre a borda placentaria e o orificio interno do colo. A sonda transvaginal permite visualizar o segmento inferior sem a interferencia do tecido adiposo ou da posicao fetal. E seguro: a via transvaginal nao alcanca o colo uterino e estudos controlados nao mostram aumento de sangramento associado ao exame. A taxa de falso-positivo do ultrassom transabdominal e de aproximadamente 7% — e em mais de 12% dos casos, o diagnostico muda apos a avaliacao transvaginal.
Doppler colorido e avaliacao do segmento inferior
O Doppler colorido tem papel central quando ha suspeita de acretismo placentario associado. Avalia a vascularizacao retroplacentaria e da interface utero-bexiga, detecta vasos “pontes” entre placenta e bexiga (bridging vessels) e identifica lacunas intraplacentarias — os marcadores ultrassonograficos mais especificos e confiaveis de invasao anormal. Alem disso, o Doppler colorido e essencial para identificar a insercao do cordao umbilical e rastrear vasa previa.
Quando suspeitar de acretismo associado
A associacao entre placenta previa e cesarea anterior e o principal fator de risco para o espectro de acretismo placentario — condicoes em que a placenta adere ou invade anormalmente a parede uterina. A avaliacao ultrassonografica pre-operatoria, realizada no terceiro trimestre, permite estratificar o risco cirurgico antes do parto.
Os principais marcadores ultrassonograficos que orientam essa avaliacao incluem:
- Adelgacamento miometrial: a parede uterina abaixo da placenta torna-se progressivamente mais fina nas gestantes com cicatrizes de cesarea. Espessuras menores que 1 mm indicam deiscencia importante do segmento inferior
- Perda da zona clara retroplacentaria: a faixa hipoecogenica entre placenta e miometrio — quando ausente — e sinal precoce de invasao anormal
- Protrusao (“bulge”) placentaria: quando o segmento inferior esta tao fino que a placenta projeta para alem do contorno uterino em direcao a bexiga, ha risco elevado de lesao vesical durante a cesarea
- Lacunas intraplacentarias: espacos vasculares irregulares dentro da placenta visiveis ao ultrassom em escala de cinza — sao os marcadores mais especificos e confiaveis de acretismo placentario
- Hipervascularizacao e bridging vessels: vasos que atravessam a interface utero-bexiga, identificados pelo Doppler colorido
Com base nesses achados, uma proposta de estratificacao publicada no American Journal of Obstetrics and Gynecology em 2026 classifica o risco cirurgico em tres niveis:
Nivel I — Complexidade padrao
Uma cesarea anterior. Deiscencia focal do segmento inferior (<30% da superficie). Vascularizacao retroplacentaria normal. Risco de hemorragia pos-parto abaixo de 50%, histerectomia abaixo de 10%. Equipe obstetrica experiente habitual.
Nivel II — Complexidade aumentada
Duas ou mais cesareas. Remodelacao extensa do segmento inferior, deiscencia >50% da superficie, protrusao placentaria. Vascularizacao retroplacentaria ainda normal. Risco de lesao vesical em torno de 5% e histerectomia em ate 25%. Requer planejamento multidisciplinar antecipado.
Nivel III — Alta complexidade
Placenta previa com invasao (acreta). Lacunas intraplacentarias e hipervascularizacao retroplacentaria ao Doppler. Risco de hemorragia acima de 2.000 mL, lesao vesical em ate 15%, histerectomia em ate 85%. Exige centro especializado com equipe experiente em espectro de acretismo.

Vasa previa: uma condicao associada que exige atencao
A vasa previa e uma condicao rara mas potencialmente grave em que vasos sanguineos fetais — pertencentes ao cordao umbilical ou a um lobo placentario acessorio — cruzam as membranas sobre o orificio interno do colo uterino, sem estarem protegidos pelo tecido placentario. Esses vasos ficam expostos e vulneraveis: se as membranas se romperem durante o trabalho de parto (a “bolsa estourar”), os vasos podem se romper junto — e o sangue que se perde e do bebe, nao da mae.
A vasa previa ocorre em aproximadamente 1 em cada 2.500 partos. Sem diagnostico pre-natal, a mortalidade fetal pode chegar a 95%, porque o volume sanguineo de um feto a termo e de apenas 250 a 300 ml — qualquer perda significativa e catastrofica. Quando diagnosticada antes do parto, a sobrevida e quase universal: a cesarea eletiva e programada antes do inicio do trabalho de parto, geralmente entre 34 e 36 semanas.
Qual a relacao com placenta previa
A placenta previa no segundo trimestre — mesmo quando se resolve ate o terceiro — e um dos principais fatores de risco para vasa previa. Quando a placenta migra para cima, eventuais lobos acessorios ou vasos marginais podem permanecer sobre o colo, cruzando as membranas. Outros fatores de risco incluem:
- Placenta bilobada ou com lobo sucenturiado (acessorio)
- Gestacao por fertilizacao in vitro (FIV)
- Insercao velamentosa do cordao umbilical (quando o cordao se insere nas membranas, nao na massa placentaria)
- Gestacao gemelar
Como e diagnosticada
O diagnostico e feito pelo ultrassom transvaginal com Doppler colorido — o mesmo exame usado para avaliar a placenta previa. Ao examinar a regiao sobre o colo uterino, o Doppler identifica vasos que cruzam as membranas. Estudos mostram que a insercao do cordao pode ser identificada em mais de 99% das gestacoes com o uso do Doppler colorido, acrescentando menos de um minuto ao tempo do exame.
A recomendacao de Oyelese e colaboradores, publicada no Ultrasound in Obstetrics & Gynecology, e clara: em toda gestante com placenta de insercao baixa, placenta bilobada ou sucenturiada, gestacao por FIV ou gestacao multipla, a regiao sobre o orificio interno do colo deve ser avaliada com Doppler colorido para descartar vasa previa. Quando identificada a tempo, a vasa previa deixa de ser uma tragedia — e se torna uma condicao plenamente manejavel.
Riscos maternos e fetais
Conhecer os riscos nao e para criar medo — e para que o planejamento seja proporcional a situacao real de cada caso.
Riscos maternos
O principal risco da placenta previa e o sangramento. A placenta previa e uma das principais causas de hemorragia no terceiro trimestre — e a hemorragia obstetrica responde por 27% de todas as mortes maternas no mundo. O sangramento ocorre porque, a medida que o segmento uterino inferior se expande fisiologicamente, a placenta aderida nessa regiao nao acompanha o crescimento com a mesma elasticidade — e pequenas areas de descolamento ocorrem.
Outros riscos maternos incluem: choque hipovolemico por perda importante de sangue; trabalho de parto prematuro desencadeado pelo sangramento; posicao anomala do bebe (o segmento inferior, ocupado pela placenta, nao permite que a cabeca fetal se encaixe); e, nos casos mais complexos, necessidade de histerectomia quando o sangramento nao pode ser controlado cirurgicamente por outros meios.
Riscos para o bebe
A placenta previa responde por aproximadamente 5% de todos os partos prematuros — o sangramento antenatal e o principal fator desencadeante. Gestacoes complicadas por placenta previa apresentam tambem taxas mais elevadas de restricao de crescimento fetal e baixo peso ao nascer.
A mortalidade neonatal e significativamente maior nessas gestacoes: estudos mostram taxas de 10,7 por 1.000 nascidos vivos em gestacoes com placenta previa, comparadas a 2,5 por 1.000 na populacao geral — um risco relativo de 4,3. A mortalidade perinatal (que inclui natimortos) tambem e elevada, com uma taxa estimada de 81 por 1.000. Esses numeros sao explicados principalmente pela prematuridade e suas consequencias: sindrome de angustia respiratoria, sepse neonatal e asfixia. Gestacoes que chegam a termo com placenta previa nao complicada, quando devidamente planejadas, tem desfechos substancialmente melhores.
O que muda no acompanhamento
O diagnostico de placenta previa transforma a gestacao em pre-natal de alto risco — e o acompanhamento precisa refletir isso.
Vigilancia do sangramento
- Orientacao clara: procurar emergencia a qualquer sangramento vaginal, mesmo que pequeno ou indolor
- Evitar toque vaginal — o exame especular esteril substitui quando necessario
- Restricao de atividade fisica e relacoes sexuais nos casos com sangramento recorrente
- Internacao hospitalar quando o sangramento e significativo ou repetido
Ultrassons seriados
- Reavaliacao da posicao placentaria com transvaginal no terceiro trimestre — idealmente entre 28 e 32 semanas e proximo do parto
- Monitoramento de marcadores de acretismo nas gestantes de risco (cesareas anteriores + placenta anterior)
- Avaliacao do crescimento fetal e Doppler para rastreio de restricao
- Rastreio de vasa previa com Doppler colorido em gestantes com fatores de risco
Planejamento multidisciplinar
- Nos casos de risco cirurgico elevado (niveis II e III), envolvimento precoce de anestesiologia, urologia e banco de sangue
- Corticosteroides antenatais (betametasona) quando ha risco de parto antes de 34 semanas — reduzem complicacoes pulmonares do prematuro
- Definicao antecipada do hospital para o parto — idealmente com UTI neonatal e estrutura para cirurgia complexa
Planejamento do parto
O momento e o modo do parto dependem de tres fatores: a posicao final da placenta, a presenca ou ausencia de sangramento ativo e o risco cirurgico avaliado pelo ultrassom pre-operatorio.
Momento do parto: para placenta previa completa nao complicada — sem acretismo confirmado e sem sangramento importante —, as diretrizes internacionais recomendam cesarea eletiva entre 36 e 37 semanas de gestacao. Esse intervalo equilibra o risco de sangramento espontaneo com o risco de prematuridade. Em casos com sangramento recorrente ou risco elevado, o parto pode ser antecipado individualmente.
Via de parto: a cesarea e obrigatoria quando a placenta cobre o orificio interno do colo. Quando a borda placentaria esta abaixo de 20 mm mas sem cobrir o colo (insercao baixa), o parto vaginal pode ser considerado dependendo da distancia exata medida pelo transvaginal apos 35 semanas. Pesquisas demonstraram que, quando a borda placentaria esta a 2 cm ou mais do orificio interno do colo apos 20 semanas, nenhuma cesarea por placenta previa foi necessaria.
Incisao uterina: a incisao transversa baixa e preferida na maioria dos casos. Em placentas com implantacao anterior que cobrem todo o segmento inferior, a incisao pode precisar ser modificada para evitar o corte da placenta durante a extracao fetal — o que aumentaria significativamente a perda sanguinea.
O planejamento antecipado e o que mais impacta o desfecho. Quando a equipe sabe com antecedencia o nivel de complexidade cirurgica esperado — com base no ultrassom pre-operatorio detalhado —, pode mobilizar os recursos certos no momento certo. Checklists e procedimentos padronizados para cesarea-histerectomia em centros experientes estao associados a menor perda sanguinea e menos tempo em UTI.
Quando buscar avaliacao especializada em placenta previa
- O ultrassom identificou placenta baixa ou previa — em qualquer trimestre
- Voce tem uma ou mais cesareas anteriores e a placenta esta proxima ou sobre o colo
- Houve sangramento vaginal em qualquer momento da gestacao
- O diagnostico de placenta previa foi confirmado e voce ainda nao conversou com especialista em medicina fetal
- Ha suspeita de acretismo placentario associado mencionada no laudo do ultrassom
- Ha suspeita de vasa previa ou insercao velamentosa do cordao umbilical
- Voce esta se aproximando de 36 semanas com placenta previa confirmada e ainda nao tem plano de parto definido
- Mora fora de Curitiba ou Porto Alegre e quer entender o risco antes de decidir onde ter o bebe
Atendimento presencial em Curitiba e Porto Alegre. Teleconsulta disponivel para avaliacao de exames e planejamento de parto para pacientes de qualquer estado.
Perguntas frequentes
Referencias
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Conteudo com finalidade educativa. Nao substitui avaliacao medica individualizada. Diagnostico e tratamento dependem de consulta presencial ou por telemedicina com avaliacao individualizada. Teleconsulta regulamentada pela Resolucao CFM 2.314/2022.

