Curitiba — Doc Batel
Porto Alegre — Inst. Celso Rigo
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Dr. Rafael Bruns
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Consultório Doc Batel

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Porto Alegre

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Calculadora de Risco de Parto Prematuro

Estime o risco de parto prematuro a partir do comprimento do colo uterino e da história obstétrica, pela metodologia da Fetal Medicine Foundation (Celik et al., 2008). A ferramenta mostra o risco por período e o risco cumulativo de parto antes de 28, 31, 34 e 37 semanas, com risco a priori do Reino Unido ou adaptado para o Brasil. Preencha — os riscos aparecem automaticamente.

Conteúdo destinado a profissionais de saúde. Ferramenta de apoio — não substitui a avaliação individualizada nem o julgamento clínico. A decisão final é, em todos os casos, do médico assistente.

Dados

Informe o comprimento do colo, a história obstétrica e a população — os riscos aparecem automaticamente.

Risco a priori (população)

Como interpretar

O risco final combina o risco basal da população com razões de verossimilhança do comprimento do colo e da história obstétrica (parto prematuro anterior, idade gestacional do parto anterior, etc.). Quanto mais curto o colo e mais precoce um parto prematuro prévio, maior o risco. As faixas de cor são apenas um guia: verde < 2%, âmbar 2–10%, vermelho > 10%. Um risco elevado costuma motivar medidas preventivas (progesterona vaginal, cerclagem ou pessário), sempre individualizadas.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre risco individual e cumulativo?

O risco individual é a chance de o parto ocorrer dentro de cada faixa (ex.: 28–30 semanas). O cumulativo soma as faixas — é a chance de o parto acontecer antes de determinada semana (28, 31, 34 ou 37).

Por que escolher Reino Unido ou Brasil?

O risco a priori (basal) varia com a população. O padrão é o do estudo original (Reino Unido/FMF); a opção Brasil usa uma adaptação a partir de dados de prematuridade brasileiros (Leal et al., 2016).

Razões de verossimilhança do comprimento do colo segundo Celik et al. (UOG 2008/FMF); risco a priori do Reino Unido (estudo original) ou adaptado ao Brasil (Leal et al., 2016). Cálculo no servidor; ferramenta de apoio educativo e profissional.

Referências

  1. Celik E, To M, Gajewska K, Smith GCS, Nicolaides KH. Cervical length and obstetric history predict spontaneous preterm birth: development and validation of a model to provide individualized risk assessment. Ultrasound Obstet Gynecol. 2008;31(5):549-54. DOI
  2. Leal MC, Esteves-Pereira AP, Nakamura-Pereira M, et al. Prevalence and risk factors related to preterm birth in Brazil. Reprod Health. 2016;13(Suppl 3):127. DOI
Dr. Rafael Bruns
Dr. Rafael Bruns Gin. e Obstetrícia Medicina Fetal

Médico especialista em Medicina Fetal, com atuação em Curitiba e Porto Alegre. Acompanha gestações de alto risco e a prevenção da prematuridade.

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