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MEDICINA FETAL · CIRURGIA FETAL

Hérnia Diafragmática Congênita (HDC): diagnóstico pré-natal, prognóstico e tratamento

A hérnia diafragmática congênita é uma malformação em que um defeito no diafragma permite que órgãos abdominais migrem para o tórax do bebê, comprometendo o desenvolvimento dos pulmões. O diagnóstico pré-natal é essencial para estimar gravidade, planejar o nascimento e, em casos selecionados, discutir tratamento fetal.

Em resumo

  • A gravidade da HDC não está no "buraco no diafragma" — está no impacto sobre o desenvolvimento pulmonar (hipoplasia pulmonar e hipertensão pulmonar)
  • O diagnóstico costuma ser feito no ultrassom morfológico, por volta de 20 semanas
  • Em casos graves e selecionados, existe a possibilidade de tratamento fetal (FETO) — o ensaio TOTAL (NEJM 2021) demonstrou aumento de sobrevida de 15% para 40%
  • O planejamento do parto em centro experiente muda o desfecho — mesmo quando não há indicação de intervenção fetal
Dr. Rafael Bruns realizando ultrassom morfológico com imagem 3D do feto para diagnóstico de hérnia diafragmática congênita
Ultrassom morfológico com imagem 3D para diagnóstico de hérnia diafragmática congênita

O que é a hérnia diafragmática congênita

A hérnia diafragmática congênita (HDC) é uma malformação em que existe um defeito no diafragma — o músculo que separa o tórax do abdômen. Por causa dessa abertura, órgãos da cavidade abdominal, como intestino, estômago e, em casos mais graves, o fígado, podem migrar para dentro da cavidade torácica do bebê durante a gestação.

Ilustração comparativa: à esquerda feto com diafragma íntegro e pulmões normais; à direita feto com hérnia diafragmática congênita mostrando intestino e fígado desviados para a cavidade torácica comprimindo os pulmões
À esquerda, anatomia fetal normal com diafragma íntegro. À direita, hérnia diafragmática congênita: o defeito no diafragma permite que órgãos abdominais (intestino e fígado) migrem para o tórax, comprimindo os pulmões. Clique para ampliar.

O resultado dessa herniação é que os pulmões perdem espaço para crescer e se desenvolvem de forma insuficiente. Esse é o núcleo do problema: não é apenas um "buraco no músculo" — é o que essa abertura faz com o desenvolvimento pulmonar que define a gravidade da HDC.


Como a HDC acontece durante a formação do diafragma

O diafragma se forma nas primeiras semanas de gestação, entre a 8ª e a 10ª semana. Quando essa formação ocorre de forma incompleta, surge o defeito que caracteriza a hérnia diafragmática congênita. A maior parte dos casos ocorre no lado esquerdo — onde a barreira natural é menos robusta. Casos do lado direito também existem, e casos bilaterais, embora raros, costumam ter prognóstico mais reservado.

A hérnia diafragmática congênita não é hereditária na maioria dos casos. Mas em uma parcela dos pacientes podem estar presentes alterações genéticas ou cromossômicas que influenciam diretamente o prognóstico, o que torna a investigação genética parte importante da avaliação.


Por que a HDC pode ser uma doença grave

A gravidade da hérnia diafragmática não está apenas no defeito anatômico. O que torna a HDC potencialmente fatal é o seu impacto sobre os pulmões e sobre a circulação pulmonar.

Quando as vísceras ocupam o tórax durante a gestação, o espaço disponível para os pulmões crescerem é reduzido. Os pulmões do bebê podem nascer pequenos — condição chamada de hipoplasia pulmonar — e com vasos sanguíneos anormalmente desenvolvidos. Esse conjunto explica por que muitos bebês com HDC apresentam dificuldade respiratória grave logo após o nascimento, antes mesmo de qualquer cirurgia ser feita.


Hipoplasia pulmonar e hipertensão pulmonar: o centro do problema

Dois termos médicos aparecem repetidamente quando se fala em hérnia diafragmática congênita: hipoplasia pulmonar e hipertensão pulmonar.

A hipoplasia pulmonar é o crescimento insuficiente dos pulmões. Os pulmões pequenos têm menos capacidade de oxigenar o sangue, o que gera crise respiratória logo ao nascimento.

A hipertensão pulmonar é uma alteração nos vasos sanguíneos dos pulmões que, mesmo quando os pulmões crescem melhor com o tempo, pode persistir e comprometer a circulação. É uma das principais causas de instabilidade grave nas primeiras horas e dias de vida do recém-nascido com HDC.

Esses dois componentes — e não apenas o defeito no diafragma — são o que os médicos precisam avaliar antes, durante e depois do nascimento.


Como o ultrassom no pré-natal faz o diagnóstico

O diagnóstico pré-natal da hérnia diafragmática congênita costuma ser feito pela primeira vez no ultrassom morfológico, em geral por volta de 20 semanas de gestação.

No exame, o médico pode observar:

  • Estômago ou alças intestinais dentro do tórax do bebê
  • Desvio do coração para o lado oposto à hérnia
  • Ausência ou redução do volume pulmonar visível
  • Posição do fígado dentro do tórax em casos mais graves
  • Polidrâmnio em alguns casos

O diagnóstico pré-natal não serve apenas para "nomear a doença". Ele é o ponto de partida para estimar gravidade, investigar condições associadas e — muito importante — planejar onde e como o bebê deve nascer.


O que a ressonância magnética fetal pode acrescentar

Quando a hérnia diafragmática é diagnosticada no ultrassom, a ressonância magnética fetal pode ser solicitada como complemento. Ela oferece algumas vantagens que o ultrassom, por si só, não consegue entregar com a mesma precisão:

  • Medida mais acurada do volume pulmonar fetal
  • Avaliação precisa de quanto do fígado está herniado
  • Melhor caracterização da anatomia em casos de difícil visualização ultrassonográfica
  • Informações que complementam a estratificação de risco

A ressonância magnética não substitui o ultrassom — ela acrescenta informação clínica relevante em casos em que há dúvida diagnóstica ou necessidade de planejamento mais detalhado.

Próximo passo

Recebeu diagnóstico de hérnia diafragmática?

Se você recebeu diagnóstico de hérnia diafragmática congênita, converse com um especialista em medicina fetal para entender a gravidade e as opções de cuidado.


Como avaliamos a gravidade ainda durante a gestação

Nem toda hérnia diafragmática congênita tem o mesmo prognóstico. A gravidade varia de casos mais leves, em que o bebê pode se sair bem com cuidados neonatais adequados, até casos severos, com risco muito elevado de mortalidade.

Os principais fatores que orientam a avaliação de gravidade são:

Relação pulmão-cabeça (LHR): uma medida obtida no ultrassom que compara o tamanho do pulmão contralateral com a circunferência da cabeça do bebê. Uma LHR abaixo de 1,0 é um dos critérios que indica caso grave, com maior risco e potencial candidatura para discussão de tratamento fetal.

Posição do fígado: quando o fígado hernia para dentro do tórax ("liver up"), o prognóstico se torna significativamente mais reservado.

Lado da hérnia: casos à esquerda são mais frequentes; casos à direita, embora menos comuns, costumam ser mais graves dado que o fígado está invariavelmente envolvido.

Anomalias associadas: a presença de cardiopatias ou alterações genéticas influencia diretamente o prognóstico e a tomada de decisão.

Essa estratificação é o que permite individualizar o cuidado — e é onde a medicina fetal especializada faz diferença real.


Quando a FETO pode ser considerada

Em casos selecionados de hérnia diafragmática congênita com hipoplasia pulmonar grave, existe a possibilidade de tratamento ainda durante a gestação: a oclusão traqueal endoluminal fetoscópica (FETO).

O procedimento consiste em introduzir, por via fetoscópica, um pequeno balão dentro da traqueia do bebê ainda no útero. Com a traqueia ocluída, o líquido que os pulmões normalmente produzem fica retido, aumentando a pressão intrapulmonar e estimulando o crescimento pulmonar. O balão é retirado antes do nascimento — geralmente em torno de 34 semanas —, permitindo que os pulmões completem a maturação.

A FETO não é indicada para todos os casos. Os critérios de seleção são rigorosos: o maior benefício documentado se aplica a fetos com HDC esquerda isolada e hipoplasia pulmonar grave — justamente o grupo com pior prognóstico sem intervenção. O ensaio clínico randomizado TOTAL, publicado no New England Journal of Medicine em 2021, demonstrou melhora significativa na sobrevida nos casos graves (40% de sobrevida com FETO versus 15% sem intervenção).

Riscos do procedimento que precisam ser discutidos com cada família incluem risco aumentado de ruptura prematura de membranas e parto prematuro. Por isso, após a colocação do balão, é necessário que a gestante permaneça próxima ao centro de referência até o nascimento.

Quando procurar avaliação especializada


Uma breve história da cirurgia fetal para HDC

O caminho até o FETO moderno levou décadas — e passou por erros importantes que refinaram o que sabemos hoje.

Linha do tempo — marcos na história da cirurgia fetal para hérnia diafragmática congênita

1980s

Michael Harrison (UCSF) realiza as primeiras tentativas de correção do defeito diafragmático por histerotomia aberta. Os resultados são decepcionantes — a descoberta mais importante é que corrigir o diafragma não resolve a hipoplasia pulmonar já estabelecida.

1990

A virada conceitual: experimentos em animais demonstram que bloquear a traqueia faz os pulmões crescerem. A pressão intraluminal do líquido retido estimula proliferação celular. Nasce o conceito de plug-unplug.

1996

Harrison realiza as primeiras oclusões traqueais em humanos com clipe no pescoço fetal, ainda por histerotomia aberta. Os resultados são mistos.

1997–2001

Jan Deprest (Leuven, Bélgica) desenvolve a abordagem percutânea com fetoscópio, substituindo a histerotomia por uma pequena incisão e introduzindo o balão por via endoscópica. O risco materno cai substancialmente — essa é a base do procedimento FETO atual.

2003

Primeiro ensaio clínico randomizado — resultado negativo. O estudo não demonstra diferença de sobrevida, mas a crítica metodológica mostra grupos heterogêneos e critérios insuficientemente rigorosos. A técnica continua sendo desenvolvida na Europa.

2004–2015

Consolidação em Leuven. Deprest e colaboradores estabelecem o o/e LHR e a posição hepática como parâmetros de seleção. A FETO passa de "experimental" para procedimento com protocolo definido em centros de alto volume.

2016

Dr. Rafael Bruns e Dr. André Bradley realizam a primeira cirurgia fetal (FETO) para hérnia diafragmática congênita do serviço. A técnica passa a integrar a avaliação em casos selecionados de HDC com LHR abaixo de 1,0.

2021

TOTAL Trial publicado no New England Journal of Medicine. Resultado definitivo para casos graves: FETO aumenta a sobrevida de 15% para 40%. O editorial de Cole enquadra o TOTAL como marco que transformou a prática em evidência nível I.

2022 em diante

Era pós-TOTAL. A reanálise dos dados sugere que o timing do procedimento — idealmente antes de 30 semanas — importa mais que a classificação de gravidade isolada. O SMART-TO, um balão com deflação não-invasiva por ressonância magnética, entra em trials clínicos — se validado, eliminará a necessidade da segunda intervenção.

Avaliação especializada

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Como o parto e o nascimento devem ser planejados

O planejamento do parto em casos de hérnia diafragmática congênita é parte essencial do tratamento. Não se trata apenas de escolher "onde dar à luz" — trata-se de garantir que o recém-nascido terá acesso imediato à equipe e à estrutura necessárias.

O nascimento deve ocorrer em um centro com experiência em HDC, que disponha de UTI neonatal de alta complexidade, cirurgia pediátrica, cardiologia pediátrica e equipe treinada para estabilização de recém-nascidos com dificuldade respiratória grave.

O diagnóstico pré-natal, além de informar, permite organizar esse caminho com antecedência — e isso, por si só, muda o desfecho.


O que acontece com o bebê após o nascimento

Ao nascer, o bebê com hérnia diafragmática congênita pode apresentar dificuldade respiratória importante, dependendo da gravidade da hipoplasia pulmonar. Isso exige resposta rápida e especializada.

O manejo neonatal inicial inclui:

  • Intubação precoce em casos indicados
  • Evitar ventilação com máscara e balão, que pode distender o estômago e agravar a compressão pulmonar
  • Sonda nasogástrica para descompressão gástrica
  • Ventilação mecânica protetora
  • Suporte farmacológico para hipertensão pulmonar
  • Monitorização intensiva da circulação

A estabilização clínica precede a cirurgia. O recém-nascido não vai direto para o centro cirúrgico — primeiro a equipe precisa garantir que o bebê esteja estável o suficiente para tolerar a intervenção.


Quando a cirurgia neonatal é feita

A cirurgia pediátrica na HDC tem como objetivo reposicionar as vísceras de volta para a cavidade abdominal e reparar o defeito no diafragma, com sutura direta ou, quando necessário, com uso de um patch.

A cirurgia é fundamental — mas ela não resolve o componente pulmonar da doença. Pulmões pequenos não se tornam normais imediatamente após a correção do defeito diafragmático. O crescimento pulmonar após a cirurgia acontece ao longo dos primeiros anos de vida, e parte das crianças com HDC grave continuará precisando de suporte respiratório por semanas ou meses após a correção.


Qualidade de vida e seguimento a longo prazo

A HDC não termina com a alta hospitalar. Muitas crianças evoluem muito bem, especialmente as de apresentação menos grave. Mas parte dos sobreviventes, sobretudo de casos severos, pode necessitar de acompanhamento prolongado por:

  • Dificuldades respiratórias persistentes e uso de broncodilatadores
  • Hipertensão pulmonar residual
  • Refluxo gastroesofágico e dificuldades alimentares
  • Atraso de crescimento
  • Questões de neurodesenvolvimento

A qualidade de vida das crianças com HDC depende muito da gravidade inicial, do suporte recebido nas primeiras semanas e da qualidade do seguimento depois. Uma equipe multidisciplinar — neonatologia, pneumologia, cirurgia, gastroenterologia, neurologia e fisioterapia — é o modelo de cuidado que melhor serve a essa população.


Risco de recorrência em outra gestação

O risco de que a hérnia diafragmática congênita se repita em outra gestação é baixo — estimado em torno de 2% quando não há síndrome genética identificada. Quando há causa genética documentada, o risco pode ser maior e deve ser avaliado caso a caso com aconselhamento genético antes de uma nova gravidez.

Quando buscar uma segunda opinião

  • O diagnóstico gerou dúvida ou os laudos são contraditórios
  • Você quer entender melhor a gravidade do caso e o que esperar
  • Foi orientada a considerar FETO e quer avaliar com outro especialista
  • Precisa de orientação sobre onde e como planejar o parto

Converse com calma

Recebeu diagnóstico de hérnia diafragmática?

Se você recebeu um diagnóstico de hérnia diafragmática congênita, o próximo passo é conversar com calma sobre o que significa para o seu caso específico.


Perguntas frequentes sobre hérnia diafragmática congênita

O que é hérnia diafragmática congênita?

É uma malformação em que um defeito no diafragma permite que órgãos abdominais subam para o tórax, comprometendo o desenvolvimento dos pulmões do bebê.

A HDC é sempre grave?

Não. Os casos variam muito em gravidade. Alguns bebês têm pulmões razoavelmente desenvolvidos e evoluem bem; outros têm hipoplasia pulmonar severa e precisam de suporte intensivo. A avaliação pré-natal é fundamental para estimar essa diferença.

Em que semana o ultrassom pode mostrar a HDC?

Na maioria dos casos, a suspeita surge no ultrassom morfológico, por volta de 20 semanas. Alguns casos podem ser detectados antes; outros só se tornam evidentes mais tarde na gestação.

O bebê pode nascer bem mesmo com HDC?

Sim, em casos menos graves. A gravidade depende principalmente do grau de hipoplasia pulmonar. Por isso, a avaliação pré-natal da função pulmonar fetal é tão importante.

O que é hipoplasia pulmonar?

É o crescimento insuficiente dos pulmões causado pela compressão exercida pelas vísceras dentro do tórax. É o principal determinante do prognóstico na HDC.

O que é FETO?

FETO é a oclusão traqueal endoluminal fetoscópica — um procedimento em que um balão é colocado dentro da traqueia do bebê ainda no útero para estimular o crescimento dos pulmões. Só é indicado em casos selecionados de HDC grave.

Todo bebê com HDC pode fazer FETO?

Não. O procedimento é indicado apenas para casos com hipoplasia pulmonar importante, como nos casos em que a relação pulmão-cabeça é inferior a 1,0, e deve ser realizado em centros com experiência.

A cirurgia resolve completamente o problema?

A cirurgia corrige o defeito anatômico do diafragma, mas não resolve imediatamente o desenvolvimento pulmonar. Pulmões hipoplásicos continuam crescendo após o nascimento, mas esse processo leva tempo e pode exigir suporte prolongado.

Existe risco de acontecer de novo em outra gravidez?

O risco de recorrência é baixo, em torno de 2%, na ausência de síndrome genética. Quando há causa genética identificada, o aconselhamento genético antes da próxima gravidez é recomendado.

Referências

  1. Deprest JA, Nicolaides KH, Benachi A, et al. Randomized trial of fetal surgery for severe left diaphragmatic hernia. N Engl J Med. 2021;385(2):107-118. (TOTAL Trial — casos graves)
  2. Deprest JA, Benachi A, Gratacos E, et al. Randomized trial of fetal surgery for moderate left diaphragmatic hernia. N Engl J Med. 2021;385(2):119-129. (TOTAL Trial — casos moderados)
  3. Harrison MR, Adzick NS, Flake AW, et al. Correction of congenital diaphragmatic hernia in utero: VI. Hard-earned lessons. J Pediatr Surg. 1993;28(10):1411-1418.
  4. Jani JC, Nicolaides KH, Gratacós E, et al. Severe diaphragmatic hernia treated by fetal endoscopic tracheal occlusion. Ultrasound Obstet Gynecol. 2009;34(3):304-310.
  5. Congenital Diaphragmatic Hernia Study Group. Estimating disease severity of congenital diaphragmatic hernia in the first 5 minutes of life. J Pediatr Surg. 2001;36(1):141-145.
Dr. Rafael Bruns
Dr. Rafael Bruns Gin. e Obstetrícia Medicina Fetal

Médico especialista em Medicina Fetal, com atuação em Curitiba e Porto Alegre. Realiza cirurgia fetal, ultrassonografia especializada, procedimentos invasivos como amniocentese e biópsia de vilo corial, além do acompanhamento de gestações de alto risco.

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